Devido à experiência do dia anterior quando chegamos tarde na Estátua da Liberdade, resolvemos acordar bem cedo nesta segunda feira. Saímos do hotel, tomamos um rápido café no Café Metro e o caminho foi ir direto para a Estátua.
Mesmo chegando um pouco antes de abrir o passeio, nos deparamos com uma fila considerável por lá. Sem problemas, já que estávamos dispostos a ir de qualquer jeito, enfrentando fila ou não. Só o que não esperávamos era um esquema de segurança igual a de aeroporto, tendo que passar por Raio-X e tal...
Só para animar um pouco mais nosso passeio, neste dia a segurança estava muito mais reforçada pelo simples motivo: morte de Osama Bin Laden na noite anterior!
NOTA: Que desligados! Nem estávamos sabendo disso, porque no hotel, a TV só ficava ligada para assistir Family Guy!!!!!!
Mesmo muito dispostos a fazer o passeio, quase desistimos devido a demora na segurança... um saco esse negócio de Raio-X! Os seguranças é que direcionam o guichê de revista e para a nossa sorte, entramos na fila mais longa com o complicador de um turista francês (moleque) com uma cara de “mondrongo” que estava empacando a fila por causa de um gravador que estava na mochila e a “besta” que não falava inglês não conseguia explicar para o segurança. Como eles não se entendiam a monitora do grupo que o moleque estava voltou até o guichê e conseguiu dar um jeito por lá.
Passando pelo tedioso Raio X, conseguimos chegar ao barco que nos levaria até a ilha e ainda esperamos um bom tempo para sair.
Puxa, Estátua da Liberdade! Que legal! Chegando na ilha, é a mesma impressão de quando visita o Cristo no Rio de Janeiro: “É isso? Legal, pensei que fosse maior!”
Depois de uma pequena volta na ilha, e muito frio, conhecemos a loja de souvenires, que por sinal é bem legal. O tempo de parada foi por causa dos chaveiros, que são diferentes e achamos um modelo que não tinha nos locais por onde passamos.
Voltamos para o barco e retornamos para seguir até a Ponte do Brooklyn. Resolvemos não pagar mais para subir na estátua, pois achamos que não valeria a pena! Sinceramente não nos arrependemos.
Para chegar até a Ponte do Brooklyn voltamos pelo mesmo metrô que utilizamos para chegar na estátua. Foi bem fácil e o metrô tem parada bem próxima da ponte. Começamos animados a caminhada com o intuito de chegar até pelo menos o meio da ponte, para a tão sonhada vista. Tentativa frustrada. Caramba, como estava frio! Chegamos até o primeiro grande pilar de sustentação da ponte e voltamos, só isso já dá uma boa caminhada. O complemento vai ficar para a próxima viagem...
Aproveitando que estávamos por perto, conhecemos um pouco do SoHo e as fachadas das grandiosíssimas marcas Prada e Sephora. Um espetáculo a parte para quem é ligado em compras.
Nosso objetivo era almoçar no Dean & Deluca, que por fim é um grande mercado. Realmente há coisas maravilhosas lá, mas pra almoçar, não nos agradou. Voltamos até a lanchonete mais próxima, chamada Soho Planet. A lanchonete é legal, com uma boa porção de batatas. O legal foi a identificação da mesa, que é uma placa de carro....Interessante!
A sobremesa ficou por conta do famoso arroz doce no Rice to Riches que fica no bairro Little Italy. O Rice to Riches é muito bom, e o lugar bem agradável e engraçado... há piadinhas para todos os lados! Falando do que interessa, o arroz doce, são tantos sabores que fica difícil de escolher. Experimentamos alguns e optamos pelo de baunilha e morango com banana.
Mas não tem jeito, lá é tudo exagerado mesmo, se o pote para duas pessoas alimenta umas cinco, imaginem então o pote que alimenta dez?!?!?!
Voltamos para o hotel para descansar e depois procuramos um lugar por perto para jantar. Queríamos alguma coisa um pouco mais consistente dessa vez, nada de lanche, pizza ou algo do gênero Junkie Food. Não encontramos nada de legal por perto, então resolvemos jantar em um restaurante cubano localizado no próprio hotel...
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NUNCA MAIS!!! PUTA COMIDA HORRÍVEL DOS INFERNOS!!! O restaurante é cubano. Começa que a descrição do cardápio já foi difícil de entender e quando chegou a comida, foi difícil de engolir. Mas valeu, para ver que este tipo de comida não agrada nosso paladar.
Conclusão do dia: passeios meio “fracos” que não pretendemos repetir em nossa próxima passagem à NY!







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