3° Dia - Museu de arte e muita caminhada

Esse foi um dia mais tranquilo. Decidimos na parte da manhã ir até o MET – Metropolitan Museum of Art, localizado junto do Central Park do lado leste de Upper Town.

Para entrar no museu, já havíamos comprado no Brasil o City Pass, que comentaremos em nota específica, a entrada foi rápida e fáscil. Estávamos com o voucher, apresentamos na bilheteria e trocamos pelo bloquinho com as entradas das outras atrações. Porém, como era sexta feira, nem precisaríamos do City Pass, pois a entrada neste dia era gratuita ou com o pagamento de um valor simbólico.

Para quem gosta de arte o local é muito bacana. O museu tem nos andares superiores obras de arte de pintores famosos e nos andares inferiores arte egípcia, grega, entre outras.  

As pinturas de arte sacra realmente impressionam, mas digamos que esse tipo de arte não é o nosso forte e não ficamos muito tempo por lá, apenas o suficiente para conhecimento geral (+/- 2h).

Saímos do hotel e deixamos para tomar o café da manhã próximo do MET, afinal, aqui no Brasil, perto dos locais de passeios sempre há lanchonetes, bares, etc, mas, como Murphy sempre está do nosso lado, perto do museu não havia nada. A segunda opção seria tomar o café da manhã dentro do museu, o que não foi possível também, porque a lanchonete só abre para o lunch às 11h.   

“Morrendo de fome”, fizemos um passeio rápido e decidimos ir até o Central Park para tomar o famoso Brunch no restaurante Boathouse. A caminhada foi pelo meio do parque, que por sinal é gigante! O legal é ver igual nos desenhos o pessoal fazendo piquenique por lá, os pais levando as crianças nos parquinhos e... gente de biquíni?!?! Sem brincadeira, estávamos  tremendo de frio e tinha uma mulher “tomando sol” de biquini!!!

Como o parque fica bem localizado, o que também impressionou foi ver o pessoal almoçando nos bancos do parque. Como lá é a capital da comida rápida e do fast food, não tem dificuldade para ir fazer o lunch no parque. Legal!!

Depois de passear um pouco e com o “estômago nas costas”, chegamos até o restaurante Boathouse. Pois é, muito bonito, todo cheio de flores e também totalmente lotado! Na recepção, a boa notícia: a espera por uma mesa seria de +/- uma hora e meia!

Parecia brincadeira, já eram mais de 12:00h, e ainda não havíamos feito uma refeição sequer! Do lado de fora do restaurante também era possível comprar um lanche para comer no parque, mas a fila, realmente cansava só de olhar. Imaginem que o mau humor começou a reinar.....

No caminho para o Boathouse, passamos por uma lanchonete menor e decidimos voltar lá. O lugar também era legal, em frente a um lago, mas o vento “era de matar”! Chegando lá, imaginem fila e mais fila, mas como não tinha outro lugar para comer, então ia ser lá mesmo.

Continuando nossa caminhada resolvemos ir até a Apple Store na 5ª Avenida. Sugestão, se não estiver a fim de andar muuuuiiito, não repitam esta caminhada, pois é longe! Mas, para ir de metro, também era necessário andar muito, ou seja, estávamos sem opção.

Pois bem, chegando na Apple Store, entramos no formigueiro dos adoradores da tecnologia de Steve Jobs. Que legal! Internet de alta velocidade e de graça é com a gente mesmo! Ficamos um tempinho lá, cada um com computador para enviar e-mails e entrar no Facebook. A experiência de usar um MacBook Air foi ótima!
Detalhe, não comprei meu iPad 2 lá, pois a estimativa de chegada era de 2 semanas!!!

Saindo da Apple, entramos na loja ao lado: FAO Schwarz, a famosa loja onde Tom Hanks toca o piano gigante no filme “Quero ser grande”. Em uma loja como essa não tem como não se sentir criança de novo e comprar aquelas porcarias de goma, pois a Camila viu tanto daquilo que ficou com vontade. Tem de tudo um pouco: uma parte dedicada só aos Muppets, mesa de pebolim da Barbie de uma série limitada pela incrível barganha de 25 mil dólares...... sim, US$ 25.000,00!!!!!!!

O dia era para ser mais tranquilo, mas a caminhada foi longa...e ainda não acabou! Saindo da FAO, seguimos até a Bloomingdale’s... nem vamos comentar detalhes, pois só “perdemos tempo”. Na seção em que descreveremos as lojas falaremos um pouco mais sobre ela. Mas valeu pra conhecer.

Já estávamos implorando para chegar logo ao metrô e voltar para o hotel. E com certeza foi o nosso caminho.

De volta no hotel, saímos novamente só para o jantar. Com indicação do serviço de concierge do hotel chegamos ao Restaurant San Martin. Comida italiana ótima, com rápido e excelente atendimento, nota 10!

Para aproveitar o final da noite, a Camila queria ir até a 5ª avenida para conhecer a Sak’s que, para nossa sorte, estava fechada. Para não perder a caminhada, fizemos duas paradas interessantes: Esprit, loja de vestuário e acessórios e Sunglass Hut.  

A parada também foi rápida, pois as lojas fecham por volta de 21:00/22:00h, mas foi o tempo suficiente para as compras.

As compras na Espirit se limitaram ao que foi possível provar, pois logo que entramos a loja fechou. Na Sunglass Hut o gasto foi maior. A intenção era comprar os óculos de sol no Woodbury, nessa mesma loja, mas não houve tempo. Não como o mesmo preço do Outlet, mas ainda assim bem melhores que no Brasil, compramos o modelo que mais agradou.

Chega não?! Nem perto da hora de dormir deixávamos de fazer compras!!! Voltamos para o hotel para desmaiar e recuperar energias para o dia seguinte!

2° Dia - Woodbury Outlet Premium e Show da Broadway

Apenas relembrando, no primeiro dia conhecemos um casal de Niteroi - RJ na B&H Photo And Video e combinamos de ir no Woodbury Outlet Premium no dia seguinte dividindo o aluguel de um carro.

Pois bem, anotamos o nome do hotel, telefone, nº do quarto e logo que acordamos tentamos contato com o casal. Parecia tudo muito simples, se o nº do quarto informado não estivesse errado! Ao transferir à ligação (e ter acordado bem cedo, alguém que não sabemos quem é) a pessoa que não nos conhecia desligou o telefone.  

Tentamos novo contato com o hotel, porém a única informação que tínhamos era o 1º nome do casal, e como sabemos nos EUA o que vale é o sobrenome. Depois de algumas tentativas frustradas, a recepção do hotel transferiu a ligação para o quarto correto e conseguimos marcar o horário de saída de NY para o Outlet.  

Depois de um bom café da manhã, seguimos para o local combinado e encontramos nossos novos amigos para acertar os detalhes da locação do carro. O aluguel inicial foi um Corolla, porém, quando informado que o destino era o Outlet Woodburry sugeriram um carro maior.

Fechamos o aluguel de uma Dodge Grand Caravan, com algumas facilidades como seguro, combustível (sem necessidade de reabastecer na volta), GPS e o valor total ficou em US$ 180 dólares, ou seja, 90 dólares por casal. A vantagem de alugar o carro vai desde o conforto da viagem até as facilidades de não precisar ficar o dia todo com várias sacolas de compras. Vale a pena!

Outra opção para chegar ao Outlet Woodburry, são os ônibus, com custo de US$ 42 dólares por pessoa. As desvantagens são os horários saída e retorno (mais controlados) além de ter que ficar carregando um monte de sacolas o dia todo. Para resolver este problema o pessoal leva malas para colocar as compras. Vimos muito isso por lá.

Portanto, o aluguel do carro foi um excelente negócio e não ótimo como mencionado anteriormente.

O Outlet Woodburry fica longe mesmo, em torno de uma hora e meia do centro de Manhattan. Mas com a facilidade do GPS, chegamos no tempo previsto.

A chegada foi por volta das 11:00h, sendo o horário de funcionamento entre 10:00 – 21:00. Porém, não tínhamos o dia todo, pois as 19:30 teríamos que estar no show da Brodway. Para agilizar, os ingressos foram adquiridos aqui no Brasil, com reserva de data, horário e poltronas. Tentamos pela central de informações transferir a programação, porém sem sucesso. Não haveria garantias em caso de não comparecimento na data programada.  

Sendo assim, precisávamos correr contra o tempo. Já tínhamos como dica, a compra do cupom de desconto das lojas no centro de informações. E foi a 1º coisa que fizemos ao chegar. Custo dos cupons: US$ 10 dólares. Levamos também um mapa com a descrição e localização das lojas, o que facilitou a escolha de por onde começar, pois o Outlet é gigante e para aqueles consumistas de 1ª mão, o desejo ao chegar é entrar em todas as lojas!!

Começamos as compras, cada casal para um lado e marcamos de nos encontrar no carro a cada duas horas para guardar as sacolas. No segundo encontro já havíamos lotado o carro! rsrsrsrs

As lojas e os descontos merecem um post dedicado! Quando a fome já estava mais forte que o nosso desejo consumista, pensamos em algo rápido e fácil, ou seja, McDonald’s. Nem lá escapamos de comer o mesmo lanche que temos no Brasil.

Depois de muitas sacolas e lojas, chegou a hora do retorno. O combinado foi sair de lá às 17:00 para deixarmos as compras no hotel, e chegarmos ao show com antecedência de 1/2h para retirar os ingressos. Como somos brasileiros, atrasamos um pouquinho e acabamos saindo de lá às 18:00h, já morrendo de medo de perder o show. Imaginem! Eram 18:00!!! Horário de movimento!!

Conseguimos passar rapidamente pelo hotel e chegamos 05 minutos antes do show começar!! Passamos na bilheteria somente para retirar os ingressos (pois já estavam comprados) e de lá diretamente para nossos lugares no mezanino do teatro. Ufffa, o importante foi que conseguimos entrar.

O show escolhido foi O Rei Leão, com duração de 2:45h com 15 minutos de intervalo. Podemos falar que é incrível mesmo! Ainda mais para quem se lembra do desenho, as falas são exatamente as mesmas, os cenários e atores são espetaculares. Foi um ótimo investimento. Recomendado!

Ao sair do show seria impossível não curtir a Times Square, com os telões gigantes e as lojas abertas e cheias de turistas! Detalhe, já era quase meia noite. Precisávamos escolhemos algum lugar para comer. Passamos no Dave & Busters para conhecer, pois parecia legal: comidas e fliperamas perder algumas fichas, mas ao entrar ficamos “meio de cara virada” com o lugar e acabamos optando pelo Applebee’s mesmo.

O jantar foi uma porção parecida com Doritos com molhos de queijo com pimenta e espinafre. Foi suficiente para reabastecer e voltar ao hotel para uma boa e relaxante noite de sono.

1º Dia - Chegando em New York

Primeiramente, tenho que dizer... não foi nada fácil a viagem saíndo de São Paulo - Guarulhos para a nossa chegada em New York - JFK. Principal motivo: Um bebê que estava a duas cadeiras de distância da minha não parava de chorar e parecia que a mãe não dava a mínima para faze-lo parar...
Ainda mais que o vôo foi noturno, saindo às 22:30 da noite, tem uma certa hora que o sono vem, mas não deu para dormir quase nada, só umas cochiladas e olhe lá!

Enfim, chegando no aeroporto, após passar pelo registro de entrada e pegar as malas, como já havíamos contratado o serviço da Super Shuttle foi mais fácil chegar ao hotel.

Ahhh, escolhemos o hotel Radisson localizado na rua 48 com a Av. Lexington, muito bem localizado e com fácil acesso a vários lugares. Mas depois entro em maiores detalhes.

Chegamos no hotel às 10:00 da manhã e como só era possível fazer o check-in às 15:00, não sobrou outra alternativa a não ser sair para conhecer alguma coisa na cidade. Deixamos a mala no hotel e fomos até a loja B&H Photo and Video para comprar pelo menos uma câmera fotográfica nova, pois a nossa antiga já estava um bagaço e não dava para registrar essa viagem com ela. Para chegar lá, foi necessário usar o metrô (existe um tópico só sobre ele). Fomos até a estação mais próxima, pegamos a linha correspondente e fomos até lá.

Descemos em frente ao Madison Square Garden e andamos dois quarteirões até chegar na B&H... dá para perder um dia inteiro lá e ficar totalmente falido no mesmo dia!!!! Se a pessoa não se controlar acaba fazendo besteira... compramos a câmera, e de quebra levamos um iPod novo e por muita sorte acabamos conseguindo comprar um iPad 2!!!!!
Como conseguimos um iPad 2, sendo que na própria loja da Apple estava com atraso de duas semanas para entrega do produto? Simples, para nossa sorte, a B&H ficou fechada durante quinze dias e só reabriu no mesmo dia que chegamos, portanto, o estoque estava completo :)

Nota: a loja ficou fechada por causa da religião deles... um pré-requisito para se trabalhar na B&H é você ser judeu! Não importa se sabe vender ou não, se você é judeu já está 80% contratado!!!

Em uma das filas, conhecemos um casal também em férias de Niterói - RJ. Fizemos amizade e marcamos de ir para New Jersey no dia seguinte, então isso é papo para o 2º dia.

Saindo de lá, passamos na Macy's, é lógico que a Camila ficou encantada, mas como estávamos quase morrendo em pé por causa da viagem, foi só uma olhada de leve. O problema é que do outro lado da rua tem também a Victoria's Secret, ou seja, fizemos uma parada para conhecer o território...

Voltamos para o metrô e experimentamos o pretzel por lá, porque também estávamos de estômago vazio. Quase que erramos o metrô na volta, mas percebi a tempo... depois disso me liguei em como funcionava o esquema por lá, só errava depois na hora de sair, qual direção tomar na rua.

Chegando no hotel conseguimos finalmente ir para o quarto. Planejamos dar uma descansada e sair à noite, pois eram 16:00. Concordamos em acordar às 18:00, tomar um banho e sair. Mesmo depois de ter tocado o despertador, fazendo aquela cera de 10 minutos mais.... acabamos acordando às 23:30, morrendo de fome e descobrimos que o serviço de quarto funciona até às 23:00 e pior, sem água também, pois não possui frigobar no quarto... o que nos restou? Tomar banho e dormir novamente para ir para New Jersey no dia seguinte...